
SINTO MUITO, MAS SOU MAIS A ANTIGA
Fico feliz de ter chegado até esta idade. Tenho 65 anos e pude presenciar diversas mudanças, dentre as quais o comportamento feminino foi o mais radical. Falo isso provavelmente por ser um boêmio, apreciador eterno da beleza feminina. Se fosse um político talvez optasse pelas mudanças na república.
No meu tempo, quer dizer, no meu auge, já que se ainda estou vivo logo esse também é meu tempo, as mulheres eram muito recatadas. Reprimidas, criadas em casa, sobre fundos olhos paternos. Um custo conseguir sair com uma delas. Roubar-lhes um beijo então... Sobre esse aspecto criaram-se mulheres cujas qualidades, personalidades e traços encantadores ficavam escondidos sobre extensas peças de roupa. A única maneira de conhecê-las de verdade era casando.
Em contra partida, hoje está tudo completamente mudado. Essa coisa de independência feminina acabou privilegiando a nossa classe masculina. Como é lindo poder apreciar suas curvas, seus sorrisos e sua espontaneidade. Mesmo depois de séculos “trancafiadas” elas conseguem encarar uma conversa de bar como se fosse a coisa mais natural. Chegam junto nos rapazes e ainda sabem se impor apenas com palavras, enquanto nós, ou a maioria de nós, só conseguiu esta façanha através da violência (tamanha ignorância).
Pode parecer estranho o que vou falar agora, mas já vou me explicar: prefiro a mulher de antes. Mesmo a mulher de hoje tendo todos esses atributos, uma coisa lhe falta: companheirismo. Não sou um machista, mas enquanto elas dependiam do marido, ficava mais fácil se apegar, formar um vinculo. Hoje em dia elas estão independentes. Querem aproveitar o que nunca tiveram. É como se quisessem experimentar todos os homens para saber qual é melhor. Qualquer coisa, se o casamento não der certo, separa. Afinal, elas podem se bancar.
Se não me casei até hoje foi por não fazer parte da minha natureza. Nunca me imaginei numa relação muito próxima a alguém. Meu analista fala que é medo de uma ligação séria, algo referente à relação dos meus pais... Mas se fosse escolher uma mulher, com certeza seria uma das antigas.
Fico feliz de ter chegado até esta idade. Tenho 65 anos e pude presenciar diversas mudanças, dentre as quais o comportamento feminino foi o mais radical. Falo isso provavelmente por ser um boêmio, apreciador eterno da beleza feminina. Se fosse um político talvez optasse pelas mudanças na república.
No meu tempo, quer dizer, no meu auge, já que se ainda estou vivo logo esse também é meu tempo, as mulheres eram muito recatadas. Reprimidas, criadas em casa, sobre fundos olhos paternos. Um custo conseguir sair com uma delas. Roubar-lhes um beijo então... Sobre esse aspecto criaram-se mulheres cujas qualidades, personalidades e traços encantadores ficavam escondidos sobre extensas peças de roupa. A única maneira de conhecê-las de verdade era casando.
Em contra partida, hoje está tudo completamente mudado. Essa coisa de independência feminina acabou privilegiando a nossa classe masculina. Como é lindo poder apreciar suas curvas, seus sorrisos e sua espontaneidade. Mesmo depois de séculos “trancafiadas” elas conseguem encarar uma conversa de bar como se fosse a coisa mais natural. Chegam junto nos rapazes e ainda sabem se impor apenas com palavras, enquanto nós, ou a maioria de nós, só conseguiu esta façanha através da violência (tamanha ignorância).
Pode parecer estranho o que vou falar agora, mas já vou me explicar: prefiro a mulher de antes. Mesmo a mulher de hoje tendo todos esses atributos, uma coisa lhe falta: companheirismo. Não sou um machista, mas enquanto elas dependiam do marido, ficava mais fácil se apegar, formar um vinculo. Hoje em dia elas estão independentes. Querem aproveitar o que nunca tiveram. É como se quisessem experimentar todos os homens para saber qual é melhor. Qualquer coisa, se o casamento não der certo, separa. Afinal, elas podem se bancar.
Se não me casei até hoje foi por não fazer parte da minha natureza. Nunca me imaginei numa relação muito próxima a alguém. Meu analista fala que é medo de uma ligação séria, algo referente à relação dos meus pais... Mas se fosse escolher uma mulher, com certeza seria uma das antigas.
Um comentário:
Leeeembro desse texto tb!
Esse texto me dá vontade de ser independente, ahuauhauhauhhuaua. Ainda mais eu, que não tenho a mínima vontade de casar u.u
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