
APENAS REFLEXÕES
Não sei em que parte do caminho minha vida desandou. Parece haver uma linha tênue em minha história, delimitando os momentos felizes de onde tudo começou a desmoronar. São fatos que parecem ter ocorrido há séculos, coisas que nem lembrava mais e até fazia questão de esquecer. E então, como se não bastasse ela te querer levar, vem a morte e agoniza seus últimos minutos, trazendo a tona toda sua vida.
Uma hora você está fazendo planos e ainda tem sonhos pra sonhar. Em seguida percebe onde foi parar. Parece que nada faz sentido. A criança que começou essa jornada é totalmente diferente da mulher que vai terminá-la. A mulher que já se sente fraca e não quer mais lutar. A mulher que quando se tornou mulher queria tantas coisas que era difícil controlar, domá-la. Tudo isso, hoje, parece pó. O mesmo pó que insisto em cobrir meu rosto todos os dias, torcendo para que ele volte a se fixar.
Agora, me olho no espelho e não sei mais quem sou. As linhas extras enrugam meu rosto e cada uma representa aquilo que queria e não consegui. Uma para a mulher bem sucedida, uma para a mãe de família, uma para a esposa amada, uma para a pessoa de vários amigos. Mas a vida não é como a gente quer: entre o sonho e a realidade, existe um anjo mau que resiste ao nosso desejo.
Não sei em que parte do caminho minha vida desandou. Parece haver uma linha tênue em minha história, delimitando os momentos felizes de onde tudo começou a desmoronar. São fatos que parecem ter ocorrido há séculos, coisas que nem lembrava mais e até fazia questão de esquecer. E então, como se não bastasse ela te querer levar, vem a morte e agoniza seus últimos minutos, trazendo a tona toda sua vida.
Uma hora você está fazendo planos e ainda tem sonhos pra sonhar. Em seguida percebe onde foi parar. Parece que nada faz sentido. A criança que começou essa jornada é totalmente diferente da mulher que vai terminá-la. A mulher que já se sente fraca e não quer mais lutar. A mulher que quando se tornou mulher queria tantas coisas que era difícil controlar, domá-la. Tudo isso, hoje, parece pó. O mesmo pó que insisto em cobrir meu rosto todos os dias, torcendo para que ele volte a se fixar.
Agora, me olho no espelho e não sei mais quem sou. As linhas extras enrugam meu rosto e cada uma representa aquilo que queria e não consegui. Uma para a mulher bem sucedida, uma para a mãe de família, uma para a esposa amada, uma para a pessoa de vários amigos. Mas a vida não é como a gente quer: entre o sonho e a realidade, existe um anjo mau que resiste ao nosso desejo.
Um comentário:
Eu leeeembro desse texto! Foi aquele que vc me mandou e eu li com a minha mãe e nós duas gostamos =)
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