
THE INVISIBLE
Era uma vez um garoto invisível. Não, claro que não é no sentido literal da palavra. Nem vá pensando que isso aqui é ficção científica. Se espera homens invisíveis, vampiros, aliens e coisa e tal, não é nesta história que você encontrará. Tente algo como os gibis dos X-man. Voltando ao assunto, o invisível que me refiro é de não ser notado. Não, também não é isso. Porque ele até que era notado na sala. A verdade é que ele era hora garoto invisível, hora garoto popularidade. E é isso que eu queria dizer.
Sim, você reparou, não foi? Acabo de criar uma contradição sem tamanho. Afinal, como alguém invisível pode ser popular? Pois eu lhe sigo como.
Lorenzo, ou Loapa, como era chamado na família, era excelente aluno. Os professores viviam a elogiá-lo e os colegas até admiravam-no. Além disso, ele era ótimo para dar conselhos, fazia o que podia para ajudar quem precisasse e não dispensava uma boa conversa. E por falar em conversa, era nessas horas que a coisa acontecia. Ele estava lá, num papo numa boa e de repente as pessoas paravam de vê-lo. Ele tentava falar algo, contar uma piada e ninguém ouvia. Se falavam de uma festa que teria, não o enxergavam para convidá-lo.
“Ei, mas até que isso é bom”, foi seu primeiro pensamento. Quer dizer, segundo. O primeiro foi “o que é que ta pegando aqui, que parada sinistra é essa?” (ou alguma coisa do tipo). O bom era que dessa forma ele sabia de várias coisas, ouvia o que as pessoas falavam de outras, descobria segredos e principalmente avaliava melhor cada um. Ora, isso até pode ser considerado uma benção, não?
Mas a verdade é que o tempo passou e a cada dia ele se sentia mais sozinho. Estava isolado. Ignorado. Não tinha amigos. E aí, seu maior sonho, sua maior ambição se tornou apenas ser alguém normal, comum, visível.
Era uma vez um garoto invisível. Não, claro que não é no sentido literal da palavra. Nem vá pensando que isso aqui é ficção científica. Se espera homens invisíveis, vampiros, aliens e coisa e tal, não é nesta história que você encontrará. Tente algo como os gibis dos X-man. Voltando ao assunto, o invisível que me refiro é de não ser notado. Não, também não é isso. Porque ele até que era notado na sala. A verdade é que ele era hora garoto invisível, hora garoto popularidade. E é isso que eu queria dizer.
Sim, você reparou, não foi? Acabo de criar uma contradição sem tamanho. Afinal, como alguém invisível pode ser popular? Pois eu lhe sigo como.
Lorenzo, ou Loapa, como era chamado na família, era excelente aluno. Os professores viviam a elogiá-lo e os colegas até admiravam-no. Além disso, ele era ótimo para dar conselhos, fazia o que podia para ajudar quem precisasse e não dispensava uma boa conversa. E por falar em conversa, era nessas horas que a coisa acontecia. Ele estava lá, num papo numa boa e de repente as pessoas paravam de vê-lo. Ele tentava falar algo, contar uma piada e ninguém ouvia. Se falavam de uma festa que teria, não o enxergavam para convidá-lo.
“Ei, mas até que isso é bom”, foi seu primeiro pensamento. Quer dizer, segundo. O primeiro foi “o que é que ta pegando aqui, que parada sinistra é essa?” (ou alguma coisa do tipo). O bom era que dessa forma ele sabia de várias coisas, ouvia o que as pessoas falavam de outras, descobria segredos e principalmente avaliava melhor cada um. Ora, isso até pode ser considerado uma benção, não?
Mas a verdade é que o tempo passou e a cada dia ele se sentia mais sozinho. Estava isolado. Ignorado. Não tinha amigos. E aí, seu maior sonho, sua maior ambição se tornou apenas ser alguém normal, comum, visível.
2 comentários:
o mais lindo, amei.
Parabenssss
Era assim comigo quando eu cheguei da Bahia aqui em Gyn...hauhuhauhuahuhuahuahua
O povo me tirava por causa do sotaque u.u
Postar um comentário